Nazaré – Figueira da Foz – Epílogo

Comecei este troço com a esperança de chegar à Figueira da Foz e continuar para norte, para Aveiro, ou mesmo para o Porto. Mas houve duas razões que me fizeram parar por aqui.

  • Não tinha mais comida, e preciso de bons alimentos, pouco salgados e bastante nutritivos para caminhar descontraído e sem tensões. E o melhor alimento para caminhar é o arroz integral cozido. Precisava de voltar a casa para cozinhar mais arroz.
  • Os últimos quilómetros foram feitos na expetativa errada de que faltava muito pouco para chegar à Figueira. Assim que saí da estrada N109 e entrei na Cova, pensei que não demoraria mais de meia hora a chegar ao destino. Quando percebi o erro, fiquei ansioso, tentei recuperar o passo face à expetativa e as dores musculares junto ao joelho começaram a surgir. Tentei, por várias vezes abrandar o ritmo e descontrair os músculos, mas não consegui. Fiquei incapaz de continuar a caminhar para norte, mesmo que optasse por isso.

Parei, então para almoçar e apanhar o autocarro das 14h para Lisboa.

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